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	<title>Arquivo de representatividade no mercado | Platz Marketing</title>
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	<title>Arquivo de representatividade no mercado | Platz Marketing</title>
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		<title>Deixe de olhar o consumo afro e perca a maior parcela do mercado</title>
		<link>https://agenciaplatz.com.br/blog/consumo-afro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Platz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 16:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[afroconsumo]]></category>
		<category><![CDATA[agência de marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo afro é uma questão de responsabilidade social, mas também se mostra como uma oportunidade de mercado pela representatividade econômica.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Negros e pardos são 54% da população brasileira e não veem representatividade no mercado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que os negros e pardos são 54% da população brasileira. Mesmo assim, eles não encontram representatividade no mercado. Como empresa, comece a olhar para o consumo afro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma questão social. O Brasil, ainda permeado pela discriminação racial, não enxerga a necessidade de produzir para a maior parcela de consumidores. Assim pensando na questão econômica, o prejuízo é imenso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma recente pesquisa sobre o comportamento e os hábitos de consumo dos afrodescendentes de São Paulo, conduzida pelo paulistano Fernando Montenegro, sócio-fundador da consultoria Etnus, mostrou que, na TV, somente 12,5% das propagandas exibiam pessoas negras como protagonistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://agenciaplatz.com.br/cases/"><strong>Conheça mais trabalhos da Platz.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um número crítico, visto a necessidade de buscar representatividade. Se o consumidor não se vê na propaganda, provavelmente não se interessará pelo produto com a mesma eficácia. De acordo com a mesma pesquisa, 71% deles preferem as marcas e produtos nos quais se sentem representados na propaganda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dado fica ainda mais preocupante diante do potencial de compras no consumo afro: R$ 800 bilhões por ano no Brasil. No ano de 1998, o rendimento médio do consumidor negro era de R$ 46 bilhões ao ano; em 2007, saltou para R$ 337 bilhões; passando a R$ 554 bilhões em 2010, com crescimento de 38%; até chegar perto de R$ 1 trilhão atualmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afroconsumo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O termo afroconsumo foi apresentado pela consultoria Etnus como uma contracultura, que considera a influência direta ou indireta das características étnico-raciais nas experiências do consumo, consciente ou inconscientemente, protagonizando a estética e as características raciais e culturais intrínsecas aos afrodescendentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a expressão das demandas dessas personas ainda invisíveis aos olhos do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos EUA, a necessidade de representação culminou em uma sociedade de consumo alternativa que explodiu em diversos segmentos. Hoje, essa população representa 12% do total dos habitantes do país, mas consome aproximadamente 1,5 trilhão de dólares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As agências</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo do Instituto Ethos revelou, em 2016, que somente 4,7% dos cargos executivos das 500 maiores empresas brasileiras são ocupados por negros. Nas agências de publicidade, a cada mil funcionários, apenas 35 eram negros – e havia apenas três negros entre 404 executivos de alta direção em agência, menos de 1% do total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bagagem cultural e vivência dos colaboradores reflete também no resultado das campanhas. O fato de ter poucos negros trabalhando com publicidade e nos cargos de gerência das empresas justifica a falta de representatividade na comunicação das marcas para o consumo afro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As empresas e o consumo afro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, organizações como Unilever, Bradesco, Carrefour e Avon são signatárias da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, elaborada pela ONG Afrobras, que lista dez pontos que as companhias se comprometem a internalizar, cumprir e fiscalizar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Coca-Cola Brasil e a Coca-Cola Foundation, representante social da marca no mundo, anunciaram em 2014, o investimento de 2,1 milhões de dólares em projetos de inclusão socioeconômica de afro-brasileiros para beneficiar 100 mil pessoas em três anos, com parcerias de trabalhos já desenvolvidos no país. A empresa, no entanto, já apoiava projetos voltados para a inclusão da população afrodescendente desde 2005.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A lição que a Pepsi deu na década de 1940</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na década de 1940, os EUA ainda viviam uma grave segregação racial. O problema era tão grande que as cidades viviam divididas e empresas se recusavam a contratar negros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Pepsi já era concorrente da Coca-Cola e tentava a todo custo conquistar espaço no mercado. Até que encontrou no consumo afro um oportunidade. Naquela época, o novo presidente da Pepsi-Cola Company, Walter Mack, resolveu investir no mercado afro-americano e na propaganda específica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os consumidores passaram, então, a ver pôsteres e cartazes de pontos de venda da Pepsi com famílias negras tomando Pepsi. Foi quando começou a representatividade. E foi um sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma época, a rival Coca apoiava o governo segregacionista do estado da Geórgia e era uma das instituições que não contratavam negros em suas fábricas. Foi o que potencializou as ações da Pepsi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, a realidade dos anos 40 era outra e pressões de parte da sociedade fizeram com que a empresa parasse com esta fase de marketing “racial” pelo medo de que a bebida ficasse “estigmatizada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, ainda preocupada com a igualdade das pessoas, a mesma Pepsi voltou com uma ação, também nos EUA, em 2010, com uma campanha focada nas mães afro-norteamericanas. Ela criou uma comunidade digital onde as mães poderiam compartilhar experiências e ideias inspiradoras com a tag “We Inspire” (nós inspiramos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo ano, a marca começou uma promoção que distribuía revistas baseadas em seis temas, com a mensagem “Refresque Tudo”. A ideia de mostrar a força e a alegria do afro-americano e repercutir no consumo afro.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://agenciaplatz.com.br/wp-content/uploads/2019/02/We-Inspire-Pepsi.jpg"><img decoding="async" src="https://agenciaplatz.com.br/wp-content/uploads/2019/02/We-Inspire-Pepsi.jpg" alt="" class="wp-image-969"/></a></figure>



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